Esta semana vi a excelente apresentação no TED do engenheiro do MIT Pranav Mistry, falando sobre a tecnologia SixthSense. Ainda temos muito que evoluir, mas creio que a tendência por devices que interagem mais com nossos movimentos e corpos veio para ficar. Vide as incríveis novas aplicações para o Iphone e o Nintendo Wii, assim como a nova onda de realidade aumentada.
A tecnologia SixthSense faz com que o reconhecimento de objetos e pessoas saiam do computador para interagir com as situações cotidianas. Vale os 13 min do vídeo para geração de insights.
domingo, 22 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Google - a história da empresa em dois minutos
Vídeo muito interessante produzido pela equipe do Google e mostrando a história da empresa em dois minutos. Parece que foi ontem que ainda não tinhamos acesso a estes recursos. E realmente foi!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Não fui eu, foi o monstro... (ou o Marketing Pessoal na Web)
Há algum tempo que o rapper americando Kanye West vem fazendo um papelão. Mas nada supera o fiasco no último VMA da MTV, onde entrou no palco durante a entrega do prêmio para Taylor Swift, desrespeitando-a e ganhando uma merecida vaia da platéia. Recentemente, seu amigo (e diretor de cinema) Spike Jonze gravou curta-metragem que busca "explicar" o comportamento de West, culpando ninguém menos do que o monstro que mora dentro dele. O vídeo mostra o rapper em diversas situações embaraçosas, onde se comporta como um legítimo asshole, até que descobre que a causa do seu péssimo comportamento é o monstro que mora na sua barriga. Com uma faca ele remove o pequeno monstro e volta ao "normal".
O vídeo é muito bom, mas me fez pensar se realmente vai conseguir ajudar a restaurar a imagem de West. E também me faz pensar no papel que a nossa imagem digital, o nosso avatar, desempenha na forma como somos percebidos pelo mercado. Buscando uma pessoa no Google conseguimos saber várias informações, das mais diversas origens. Algumas delas nem sempre depõem a favor do pesquisado, mas que mesmo assim estão lá, esperando serem acessadas por recrutadores, clientes, colegas ou qualquer outra pessoa do mercado.
Ao imaginar que conseguimos manter uma imagem profissional durante o dia, mas que na "nossa vida pessoal" é possível ficar completamente invisível para a outra parte, estamos nos iludindo. Ou pelo menos as pessoas que utilizam a web para extravasar o seu lado B. Claro que todos temos hobbies e podemos falar bobagens, mas o conteúdo que produzimos na web fica, muitas vezes, armazenado por anos a fio.
Por outro lado, a web pode ser uma grande ferramenta para nos posicionarmos e mostrarmos ao mercado talentos e habilidades que normalmente não mostramos no dia-a-dia. Ao escrever blogs, se interessar por comunidades ou simplesmente ajudar online outros colegas no mercado semeamos aos poucos a imagem que vamos passar ao longo do tempo. Pense com cuidado: como você quer ser percebido online? E como você é percebido hoje?
Kanye West já percebeu isso e está tentando limpar sua barra na web. Vejam o vídeo:
O vídeo é muito bom, mas me fez pensar se realmente vai conseguir ajudar a restaurar a imagem de West. E também me faz pensar no papel que a nossa imagem digital, o nosso avatar, desempenha na forma como somos percebidos pelo mercado. Buscando uma pessoa no Google conseguimos saber várias informações, das mais diversas origens. Algumas delas nem sempre depõem a favor do pesquisado, mas que mesmo assim estão lá, esperando serem acessadas por recrutadores, clientes, colegas ou qualquer outra pessoa do mercado.
Ao imaginar que conseguimos manter uma imagem profissional durante o dia, mas que na "nossa vida pessoal" é possível ficar completamente invisível para a outra parte, estamos nos iludindo. Ou pelo menos as pessoas que utilizam a web para extravasar o seu lado B. Claro que todos temos hobbies e podemos falar bobagens, mas o conteúdo que produzimos na web fica, muitas vezes, armazenado por anos a fio.
Por outro lado, a web pode ser uma grande ferramenta para nos posicionarmos e mostrarmos ao mercado talentos e habilidades que normalmente não mostramos no dia-a-dia. Ao escrever blogs, se interessar por comunidades ou simplesmente ajudar online outros colegas no mercado semeamos aos poucos a imagem que vamos passar ao longo do tempo. Pense com cuidado: como você quer ser percebido online? E como você é percebido hoje?
Kanye West já percebeu isso e está tentando limpar sua barra na web. Vejam o vídeo:
Marcadores:
marketing,
redes_sociais,
video,
web20
domingo, 20 de setembro de 2009
Sua empresa já tem política para redes sociais?
Em conversas com profissionais de marketing, já fui questionado várias vezes sobre a necessidade de estabelecer uma política para atuação em redes sociais. Várias empresas restringem o uso das redes sociais a seus colaboradores (não entrarei no mérito, pois isto dá um post inteiro). A maioria ainda não faz ações estruturadas de monitoramento ou intervenção nas redes. Entrentanto, nenhum dos dois itens anteriores faz com que estabelecer uma política seja menos relevante.Lembre-se que as pessoas vão para casa no final do dia e várias delas usam as redes para interagir com amigos e outros profissionais do mercado. Imagine a situação de uma empresa cujo profissional é especializado em determinada área, mas nas redes sociais começa a emitir opiniões (muitas vezes sem embasamento) em outra, que diz respeito à empresa. Este profissional pode ser facilmente associado a sua empresa, que está indiretamente sendo afetada pelo incidente. Agora imagine se este funcionário começa a emitir opiniões que dizem respeito à sua área de atuação, colocando informações sigilosas na web. Se pararmos para pensar, são inúmeras as possibilidades de danos à imagem e marca das empresas por atuações de profissionais sem orientação.
A definição de uma política de atuação ajuda, em parte, a reduzir este risco. Digo "em parte" porque somente criar um documento não resolve. É preciso fazer as informações chegarem realmente até os colaboradores. Falamos até agora apenas de riscos, mas também existem oportunidades. Uma equipe orientada pode ajudar a empresa a monitorar as redes e contribuir com intervenções direcionadas. Tudo isso com o aval oficial da companhia. É a velocidade do mercado tirando os gestores de sua zona de conforto. E só vai ficar mais intenso daqui para frente...
Se você está pensando em criar a política, veja exemplos de mais de 80 empresas, na web.
Marcadores:
marketing,
politica,
redes_sociais,
web20
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O Futuro é Digital
Muitas vezes, conversando com alunos em sala de aula, ou com profissionais do mercado, recebo reação semelhante. Muitos não gostam ou não querem ter que lidar com tecnologia. Termos como domínio, IP, mash-ups, APIs e muitos outros povoam os pesadelos de milhares de profissionais do mercado de marketing e comunicação. Quando me deparo com um profissional de comunicação com medo de tecnologia, a primeira coisa que me vem a mente são os modelos mentais. Estes modelos são construídos ao longo de alguns anos, principalmente durante os cursos de graduação e são muito difíceis de derrubar.
Infelizmente para estes profissionais, ou felizmente para os que já estão conectados, o futuro é digital. E não é apenas um futuro restrito aos profissionais de agências digitais e afins. Estamos falando da comunicação e marketing como um todo. As empresas e o mercado em geral estão buscando profissionais cada vez mais conectados e dinâmicos, que saibam lidar com os novos canais e com o novo consumidor, ou consumidor 2.0.
Um excelente exemplo disso é a Best Buy, varejista de eletrônicos americana. Além de ter uma super cadeia de lojas, em todo o território americano, a varejista também é um player poderoso no mundo online. O CMO, ou Chief Marketing Officer, ou Diretor de Marketing, chama-se Barry Judge e é um profissional totalmente conectado. Trabalha muito bem as redes sociais, servindo como canal para ouvir mais o que o seu cliente/prospect tem a dizer, além de oferecer comunidades em seu próprio website, que conta com mais de 1Bi visitantes por ano.
Abaixo, anexo um vídeo onde Judge fala mais sobre o case da Best Buy, mostrando que o elemento digital do marketing deve cada vez fundir-se mais às decisões e coditiano do marketing tradicional. Alguns pontos interessantes falados no vídeo:
Aos que ainda não gostam dos termos e dos conceitos de tecnologia que passam a permear as ações de comunicação, recomendo que comecem um trabalho para mudar seus modelos mentais. Ainda há tempo para se adaptar, mas é preciso quebrar alguns paradigmas e abraçar o novo. Afinal, o futuro é digital.
Infelizmente para estes profissionais, ou felizmente para os que já estão conectados, o futuro é digital. E não é apenas um futuro restrito aos profissionais de agências digitais e afins. Estamos falando da comunicação e marketing como um todo. As empresas e o mercado em geral estão buscando profissionais cada vez mais conectados e dinâmicos, que saibam lidar com os novos canais e com o novo consumidor, ou consumidor 2.0.
Um excelente exemplo disso é a Best Buy, varejista de eletrônicos americana. Além de ter uma super cadeia de lojas, em todo o território americano, a varejista também é um player poderoso no mundo online. O CMO, ou Chief Marketing Officer, ou Diretor de Marketing, chama-se Barry Judge e é um profissional totalmente conectado. Trabalha muito bem as redes sociais, servindo como canal para ouvir mais o que o seu cliente/prospect tem a dizer, além de oferecer comunidades em seu próprio website, que conta com mais de 1Bi visitantes por ano.
Abaixo, anexo um vídeo onde Judge fala mais sobre o case da Best Buy, mostrando que o elemento digital do marketing deve cada vez fundir-se mais às decisões e coditiano do marketing tradicional. Alguns pontos interessantes falados no vídeo:
- A Best Buy começou como player focado em custo baixo. Com o tempo, percebeu que tinha que mudar para conseguir competir com players como a Amazon e o Walmart. Começou a estudar as razões por trás da compra e agora trabalha com o conceito de Dream Suppport, ou suporte aos sonhos dos seus clientes.
- Encorajam todos seus funcionários a utilizar as redes sociais, sem muitas regras ou políticas para regular as atividades online;
- Com o crescimento do uso dos SmartPhones o feedback das campanhas, em mídias online ou tradicionais, passou a ser muito mais instantâneo.
Aos que ainda não gostam dos termos e dos conceitos de tecnologia que passam a permear as ações de comunicação, recomendo que comecem um trabalho para mudar seus modelos mentais. Ainda há tempo para se adaptar, mas é preciso quebrar alguns paradigmas e abraçar o novo. Afinal, o futuro é digital.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Futuro da Tecnologia - Visão da Microsoft para 2019
Vídeo muito interessante criado pela equipe de P&D da Microsoft, mostrando a aplicação prática, em 2019, das tecnologias sendo utilizadas atualmente.
sábado, 25 de julho de 2009
Amazon vs Apple

Na última Fast Company saiu matéria excelente sobre a briga entre a Amazon e a Apple, dois players que nunca imaginaríamos competir. Em tempos de convergência, onde os limites entre mercados e produtos estão ficando cada vez mais difíceis de identificar, esta é uma discussão muito interessante.
Colhendo vários frutos com o lançamento do Kindle (e agora de sua versão maior), a Amazon está trabalhando para aumentar o mercado de e-Books, enquanto se torna líder. Quase 1/4 da venda de livros já é feita via Kindle, que oferece funcionalidades fantásticas para facilitar a compra. Em menos de um minuto, podemos baixar qualquer livro do acervo direto para o aparelho. Claro que o Kindle ainda está longe de ser o formato preferido dos leitores de forma ampla, mas vem antecipando uma tendência inevitável: a forma como consumimos conteúdo está mudando radicalmente.
E é aí que surge a Apple. Quem melhor do que a Apple está trabalhando a forma como consumimos conteúdo e interagimos com devices? Com hits como o Ipod e Iphone, a empresa de Steve Jobs tem experiência em design e inovação, fazendo com que exista o risco da criação de um concorrente superior ao Kindle. O interessante é que as duas empresas têm focos absolutamente diferentes. Enquanto a Amazon busca ganhar dinheiro com a venda dos livros, onde o Kindle é um facilitador, a Apple ganha dinheiro no hardware, se dando o direito de vender músicas no Itunes a margens bastante baixas.
Não sei exatamente qual das duas empresas sairá vitoriosa desta briga, mas sem dúvida quem sai ganhando são os consumidores. É o mercado mudando e se adaptando, no melhor estilo Darwiniano.
Marcadores:
amazon,
apple,
e-commerce,
kindle
sábado, 27 de junho de 2009
Como as tribos podem mudar o seu negócio?
Esta semana assisti à palestra que Seth Godin fez no último TED sobre a organização em Tribos (lançou também o livro chamado Tribos - leia um ótimo resumo). Como sempre, sua palestra é muito interessante, pois nos ajuda a pensar de formas disruptivas. Godin tem uma forma de simplificar conceitos de maneira a nos fazer pensar: "como não me dei conta disso antes?". A palestra aborda principalmente o nosso desejo de fazer parte, de pertencer a algo maior e realizar coisas importantes. A nossa vontade de estarmos conectados e nos mobilizarmos por uma causa importante já movimentou milhares de pessoas nas mais diferentes direções. Os exemplos vão do movimento verde liderado por Al Gore aos protestos da eleição do Irã e continuam acontecendo todo dia, dentro e fora da Internet.
Godin fala que para conseguirmos fazer uma idéia ser propagada com esta intensidade, antes de tudo devemos contar uma história e nos conectarmos a uma tribo. A partir daí, começarmos a liderar um movimento e fazemos a causa acontecer. O papel da liderança se torna fundamental, pois são estas pessoas que vão levar a causa adiante, formando multiplicadores e mobilizando as pessoas.
Trazendo este conceito para o mundo online e das redes sociais, as tribos fazem cada vez mais sentido, seja potencializando as redes existentes, seja criando novas conexões. Vemos isso nas mais diversas escalas, com determinadas estampas sendo promovidas na Camiseteria ou na na eleição de Obama, por exemplo. A grande questão é: como realmente utilizar este potencial a favor dos objetivos de marketing? Isto me leva a pensar que as empresas realmente deverão repensar seu negócio de maneira mais fundamental, revendo seus valores e no que realmente acreditam. As pessoas só seguirão àquelas que tiverem causas que nos motivem em níveis mais profundos do que um simples lançamento de produto.
É um belo desafio para todos nós que buscamos nos destacar em um mundo cada vez mais inundado de informação e onde está cada vez mais difícil fazer a diferença. Sua marca está conseguindo criar cultura e envolver pessoas em torno de uma causa?
Godin fala que para conseguirmos fazer uma idéia ser propagada com esta intensidade, antes de tudo devemos contar uma história e nos conectarmos a uma tribo. A partir daí, começarmos a liderar um movimento e fazemos a causa acontecer. O papel da liderança se torna fundamental, pois são estas pessoas que vão levar a causa adiante, formando multiplicadores e mobilizando as pessoas.
Trazendo este conceito para o mundo online e das redes sociais, as tribos fazem cada vez mais sentido, seja potencializando as redes existentes, seja criando novas conexões. Vemos isso nas mais diversas escalas, com determinadas estampas sendo promovidas na Camiseteria ou na na eleição de Obama, por exemplo. A grande questão é: como realmente utilizar este potencial a favor dos objetivos de marketing? Isto me leva a pensar que as empresas realmente deverão repensar seu negócio de maneira mais fundamental, revendo seus valores e no que realmente acreditam. As pessoas só seguirão àquelas que tiverem causas que nos motivem em níveis mais profundos do que um simples lançamento de produto.
É um belo desafio para todos nós que buscamos nos destacar em um mundo cada vez mais inundado de informação e onde está cada vez mais difícil fazer a diferença. Sua marca está conseguindo criar cultura e envolver pessoas em torno de uma causa?
Marcadores:
marketing,
redes_sociais,
seth_godin,
TED,
web20
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Vídeo - Redes sociais cada vez mais impactando os negócios
Há alguns dias dei entrevista para a TV Ideal e comentei um pouco a influência das redes sociais nos negócios. Saiu no Você High-Tech, programa comandado pelo Gustavo Tikao.
Alguns comentários adicionais:
Alguns comentários adicionais:
- Apesar do assunto ser voltado às redes sociais em geral, o Twitter despontou como um dos assuntos de maior destaque. Creio que, apesar de a ferramenta ainda ser bastante desconhecida do público em geral, o formato de microblogging deve ganhar cada vez mais adeptos. O próprio Facebook mudou sua interface para se adaptar ao modelo.
- Esta semana recebi dicas muito boas de utilização das mídias sociais por executivos. No artigo "5 Habits of Successful Executives on Twitter", tem alguns insights simples e bastante efetivos.
- Fico cada dia mais impressionado com a velocidade e as formas que os "trending topics" do Twitter tomam. A cada minuto temos uma temperatura online do que está acontecendo na web. Totalmente emergente!
Segue o vídeo da entrevista (depois da matéria da feira de tecnologia):
Marcadores:
redes_sociais,
twitter,
video,
web20
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)

