Achei muito interessante esta palestra de Jane McGonigal, no último TED, sobre como tornar o mundo melhor através dos games. Geralmente, quando pensamos em games, imediatamente associamos a perda de tempo. O discurso de McGonigal vai na linha contrária, mostrando qual o impacto dos games no desenvolvimento do raciocínio e nos skills de resolução de problemas. E se conseguíssemos canalizar estas capacidades para resolver problemas na vida real? Um excelente insight:
quarta-feira, 31 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Onde termina o seu site? Conheça o WebSite expandido.
Quem está liderando a web hoje? Não é quem sabe desenvolver bem um website, mas quem sabe orquestrar bem a rede onde a empresa esta inserida. Até meados da última década, as discussões a respeito da estratégia web da companhia, ou da presença online sempre giraram em torno do desenvolvimento do site e suas funcionalidades. Vários sites tornaram-se case na excelência com que eram administrados, medidos e desenvolvidos.Recentemente vemos as discussões girarem em torno das redes sociais. Devemos ter um Twitter corporativo? Vamos criar uma página no Facebook? Várias estratégias giram em torno do que deve-se fazer nas redes sociais, como escutar o cliente e como gerar negócios usando estas novas formas de comunicação.
Creio que os grandes mestres atualmente não são aquelas empresas que sabem operar nas redes sociais, ou desenvolver um bom website. O ganho vem da orquestração, de entender que o limite do site não é o domínio www. Pelo menos não na cabeça do consumidor. Ao se relacionar com a marca da empresa no Facebook, ou no seu site, a percepção de quem está navegando não é separada em duas, mas uma única experiência com aquela marca online.
Alguns insights a respeito do site expandido:
- Na geração de oportunidades comerciais (leads), é possível fazer o cliente ir de uma rede social diretamente à página de conversão do site;
- Utilizar mash-ups para integrar as redes sociais ao site está se tornando cada vez mais comum. Ao invés de simplesmente linkar para uma rede social específica, por exemplo, é possível fazer o usuário se logar utilizando o Facebook. Um bom exemplo é o jornal americano Washington Post (se você tem Facebook, experimente logar direto);
- A maneira como encaramos a produção de conteúdo também está cada vez mais orientada ao usuário. O chamado UGC - user generated content - em uma conotação ampliada nas redes sociais, onde a qualquer momento você pode pedir inputs, contribuições e co-criar junto com os usuários.
- Ao invés de simplesmente adaptar os conteúdos para cada uma das redes, as empresas estão começando a entender a personalidade de cada uma, bem como quais são os seus usuários. Isto tem feito com que novos usos surjam, como a iniciativa Twelpforce, da Best Buy, onde existe um canal de suporte aos usuários via Twitter.
- A simplicidade e a praticidade está dando lugar ao controle absoluto e barreiras tecnológicas. Várias empresas estão construindo ambientes e trabalhando a marca fora do seu site institucional. O Santander Brasil construiu a iniciativa O Valor das Idéias inteiramente no Ning, usando vídeos e o trabalho em rede para passar o recado.
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sexta-feira, 5 de março de 2010
Artigo - E-Commerce no Brasil – Tendências para 2010
O ano de 2009 foi marcado pela crise, pelo pessimismo e ainda pela euforia que começou a tomar conta do mercado no final do ano. O varejo on-line foi um dos poucos setores que, no meio desse turbilhão de notícias, foi muito pouco impactado pela crise. O ano fechou com um volume de negócios on-line perto de R$ 10 bilhões, com prognóstico excelente para 2010. A boa notícia é que devemos continuar em um ritmo constante de crescimento nos próximos anos, gerando diversas oportunidades para empreendedores e modelos de negócio inovadores.
Veja o artigo completo no site da HSM.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Tecnologia melhorando a experiência de compra no varejo
Existem muitas tecnologias novas entrando no mercado. Hoje o problema está muito mais em como aproveitar estas tecnologias do que as limitações encontradas. O grande desafio é começar a incluir a tecnologia no pensamento tradicional do marketing, que muitas vezes tende a compartimentalizar os conceitos, separando-os em categorias. Se estou fazendo uma campanha no PDV, penso com determinadas ferramentas; se vou fazer uma campanha "na web", penso em outras. Na verdade, o grande desafio é atingir os objetivos de negócio. E hoje, sem dúvida, uma das principais preocupações do diretor de marketing está em como oferecer uma experiência de compra superior ao seu cliente. E a única coisa que impede que novas abordagens (e tecnologias) sejam utilizadas são os modelos mentais.
Existem várias iniciativas que buscam aproveitar as oportunidades trazidas pelas novas tecnologias, revendo estes antigos modelos mentais. A Razorfish, hoje uma das principais agências do mundo, construiu uma forma diferente de encarar um terminal de auto-serviço para uma empresa de telefonia. Veja o vídeo, abaixo.
A tecnologia está a nossa disposição. Vamos inovar?
Existem várias iniciativas que buscam aproveitar as oportunidades trazidas pelas novas tecnologias, revendo estes antigos modelos mentais. A Razorfish, hoje uma das principais agências do mundo, construiu uma forma diferente de encarar um terminal de auto-serviço para uma empresa de telefonia. Veja o vídeo, abaixo.
A tecnologia está a nossa disposição. Vamos inovar?
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domingo, 22 de novembro de 2009
O futuro é fora do computador...
Esta semana vi a excelente apresentação no TED do engenheiro do MIT Pranav Mistry, falando sobre a tecnologia SixthSense. Ainda temos muito que evoluir, mas creio que a tendência por devices que interagem mais com nossos movimentos e corpos veio para ficar. Vide as incríveis novas aplicações para o Iphone e o Nintendo Wii, assim como a nova onda de realidade aumentada.
A tecnologia SixthSense faz com que o reconhecimento de objetos e pessoas saiam do computador para interagir com as situações cotidianas. Vale os 13 min do vídeo para geração de insights.
A tecnologia SixthSense faz com que o reconhecimento de objetos e pessoas saiam do computador para interagir com as situações cotidianas. Vale os 13 min do vídeo para geração de insights.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Google - a história da empresa em dois minutos
Vídeo muito interessante produzido pela equipe do Google e mostrando a história da empresa em dois minutos. Parece que foi ontem que ainda não tinhamos acesso a estes recursos. E realmente foi!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Não fui eu, foi o monstro... (ou o Marketing Pessoal na Web)
Há algum tempo que o rapper americando Kanye West vem fazendo um papelão. Mas nada supera o fiasco no último VMA da MTV, onde entrou no palco durante a entrega do prêmio para Taylor Swift, desrespeitando-a e ganhando uma merecida vaia da platéia. Recentemente, seu amigo (e diretor de cinema) Spike Jonze gravou curta-metragem que busca "explicar" o comportamento de West, culpando ninguém menos do que o monstro que mora dentro dele. O vídeo mostra o rapper em diversas situações embaraçosas, onde se comporta como um legítimo asshole, até que descobre que a causa do seu péssimo comportamento é o monstro que mora na sua barriga. Com uma faca ele remove o pequeno monstro e volta ao "normal".
O vídeo é muito bom, mas me fez pensar se realmente vai conseguir ajudar a restaurar a imagem de West. E também me faz pensar no papel que a nossa imagem digital, o nosso avatar, desempenha na forma como somos percebidos pelo mercado. Buscando uma pessoa no Google conseguimos saber várias informações, das mais diversas origens. Algumas delas nem sempre depõem a favor do pesquisado, mas que mesmo assim estão lá, esperando serem acessadas por recrutadores, clientes, colegas ou qualquer outra pessoa do mercado.
Ao imaginar que conseguimos manter uma imagem profissional durante o dia, mas que na "nossa vida pessoal" é possível ficar completamente invisível para a outra parte, estamos nos iludindo. Ou pelo menos as pessoas que utilizam a web para extravasar o seu lado B. Claro que todos temos hobbies e podemos falar bobagens, mas o conteúdo que produzimos na web fica, muitas vezes, armazenado por anos a fio.
Por outro lado, a web pode ser uma grande ferramenta para nos posicionarmos e mostrarmos ao mercado talentos e habilidades que normalmente não mostramos no dia-a-dia. Ao escrever blogs, se interessar por comunidades ou simplesmente ajudar online outros colegas no mercado semeamos aos poucos a imagem que vamos passar ao longo do tempo. Pense com cuidado: como você quer ser percebido online? E como você é percebido hoje?
Kanye West já percebeu isso e está tentando limpar sua barra na web. Vejam o vídeo:
O vídeo é muito bom, mas me fez pensar se realmente vai conseguir ajudar a restaurar a imagem de West. E também me faz pensar no papel que a nossa imagem digital, o nosso avatar, desempenha na forma como somos percebidos pelo mercado. Buscando uma pessoa no Google conseguimos saber várias informações, das mais diversas origens. Algumas delas nem sempre depõem a favor do pesquisado, mas que mesmo assim estão lá, esperando serem acessadas por recrutadores, clientes, colegas ou qualquer outra pessoa do mercado.
Ao imaginar que conseguimos manter uma imagem profissional durante o dia, mas que na "nossa vida pessoal" é possível ficar completamente invisível para a outra parte, estamos nos iludindo. Ou pelo menos as pessoas que utilizam a web para extravasar o seu lado B. Claro que todos temos hobbies e podemos falar bobagens, mas o conteúdo que produzimos na web fica, muitas vezes, armazenado por anos a fio.
Por outro lado, a web pode ser uma grande ferramenta para nos posicionarmos e mostrarmos ao mercado talentos e habilidades que normalmente não mostramos no dia-a-dia. Ao escrever blogs, se interessar por comunidades ou simplesmente ajudar online outros colegas no mercado semeamos aos poucos a imagem que vamos passar ao longo do tempo. Pense com cuidado: como você quer ser percebido online? E como você é percebido hoje?
Kanye West já percebeu isso e está tentando limpar sua barra na web. Vejam o vídeo:
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domingo, 20 de setembro de 2009
Sua empresa já tem política para redes sociais?
Lembre-se que as pessoas vão para casa no final do dia e várias delas usam as redes para interagir com amigos e outros profissionais do mercado. Imagine a situação de uma empresa cujo profissional é especializado em determinada área, mas nas redes sociais começa a emitir opiniões (muitas vezes sem embasamento) em outra, que diz respeito à empresa. Este profissional pode ser facilmente associado a sua empresa, que está indiretamente sendo afetada pelo incidente. Agora imagine se este funcionário começa a emitir opiniões que dizem respeito à sua área de atuação, colocando informações sigilosas na web. Se pararmos para pensar, são inúmeras as possibilidades de danos à imagem e marca das empresas por atuações de profissionais sem orientação.
A definição de uma política de atuação ajuda, em parte, a reduzir este risco. Digo "em parte" porque somente criar um documento não resolve. É preciso fazer as informações chegarem realmente até os colaboradores. Falamos até agora apenas de riscos, mas também existem oportunidades. Uma equipe orientada pode ajudar a empresa a monitorar as redes e contribuir com intervenções direcionadas. Tudo isso com o aval oficial da companhia. É a velocidade do mercado tirando os gestores de sua zona de conforto. E só vai ficar mais intenso daqui para frente...
Se você está pensando em criar a política, veja exemplos de mais de 80 empresas, na web.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O Futuro é Digital
Muitas vezes, conversando com alunos em sala de aula, ou com profissionais do mercado, recebo reação semelhante. Muitos não gostam ou não querem ter que lidar com tecnologia. Termos como domínio, IP, mash-ups, APIs e muitos outros povoam os pesadelos de milhares de profissionais do mercado de marketing e comunicação. Quando me deparo com um profissional de comunicação com medo de tecnologia, a primeira coisa que me vem a mente são os modelos mentais. Estes modelos são construídos ao longo de alguns anos, principalmente durante os cursos de graduação e são muito difíceis de derrubar.
Infelizmente para estes profissionais, ou felizmente para os que já estão conectados, o futuro é digital. E não é apenas um futuro restrito aos profissionais de agências digitais e afins. Estamos falando da comunicação e marketing como um todo. As empresas e o mercado em geral estão buscando profissionais cada vez mais conectados e dinâmicos, que saibam lidar com os novos canais e com o novo consumidor, ou consumidor 2.0.
Um excelente exemplo disso é a Best Buy, varejista de eletrônicos americana. Além de ter uma super cadeia de lojas, em todo o território americano, a varejista também é um player poderoso no mundo online. O CMO, ou Chief Marketing Officer, ou Diretor de Marketing, chama-se Barry Judge e é um profissional totalmente conectado. Trabalha muito bem as redes sociais, servindo como canal para ouvir mais o que o seu cliente/prospect tem a dizer, além de oferecer comunidades em seu próprio website, que conta com mais de 1Bi visitantes por ano.
Abaixo, anexo um vídeo onde Judge fala mais sobre o case da Best Buy, mostrando que o elemento digital do marketing deve cada vez fundir-se mais às decisões e coditiano do marketing tradicional. Alguns pontos interessantes falados no vídeo:
Aos que ainda não gostam dos termos e dos conceitos de tecnologia que passam a permear as ações de comunicação, recomendo que comecem um trabalho para mudar seus modelos mentais. Ainda há tempo para se adaptar, mas é preciso quebrar alguns paradigmas e abraçar o novo. Afinal, o futuro é digital.
Infelizmente para estes profissionais, ou felizmente para os que já estão conectados, o futuro é digital. E não é apenas um futuro restrito aos profissionais de agências digitais e afins. Estamos falando da comunicação e marketing como um todo. As empresas e o mercado em geral estão buscando profissionais cada vez mais conectados e dinâmicos, que saibam lidar com os novos canais e com o novo consumidor, ou consumidor 2.0.
Um excelente exemplo disso é a Best Buy, varejista de eletrônicos americana. Além de ter uma super cadeia de lojas, em todo o território americano, a varejista também é um player poderoso no mundo online. O CMO, ou Chief Marketing Officer, ou Diretor de Marketing, chama-se Barry Judge e é um profissional totalmente conectado. Trabalha muito bem as redes sociais, servindo como canal para ouvir mais o que o seu cliente/prospect tem a dizer, além de oferecer comunidades em seu próprio website, que conta com mais de 1Bi visitantes por ano.
Abaixo, anexo um vídeo onde Judge fala mais sobre o case da Best Buy, mostrando que o elemento digital do marketing deve cada vez fundir-se mais às decisões e coditiano do marketing tradicional. Alguns pontos interessantes falados no vídeo:
- A Best Buy começou como player focado em custo baixo. Com o tempo, percebeu que tinha que mudar para conseguir competir com players como a Amazon e o Walmart. Começou a estudar as razões por trás da compra e agora trabalha com o conceito de Dream Suppport, ou suporte aos sonhos dos seus clientes.
- Encorajam todos seus funcionários a utilizar as redes sociais, sem muitas regras ou políticas para regular as atividades online;
- Com o crescimento do uso dos SmartPhones o feedback das campanhas, em mídias online ou tradicionais, passou a ser muito mais instantâneo.
Aos que ainda não gostam dos termos e dos conceitos de tecnologia que passam a permear as ações de comunicação, recomendo que comecem um trabalho para mudar seus modelos mentais. Ainda há tempo para se adaptar, mas é preciso quebrar alguns paradigmas e abraçar o novo. Afinal, o futuro é digital.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Futuro da Tecnologia - Visão da Microsoft para 2019
Vídeo muito interessante criado pela equipe de P&D da Microsoft, mostrando a aplicação prática, em 2019, das tecnologias sendo utilizadas atualmente.
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