Excelente para entender o que está acontecendo na Internet.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Mídias Sociais - Cada vez mais ciência
Eu acredito que a moda vai e vem, mas a ciência fica. E creio que é exatamente isso que vamos ver daqui para frente no que diz respeito ao marketing em redes sociais / mídias sociais. Existe ainda uma tendência forte de falarmos em termos de ação com blogueiros ou lançar um viral, mas sem embasamento algum por trás.
Foi justamente isso que me atraiu para esta apresentação feita por Dan Zarrela da Hubspot. Cheia de dados de como realmente funciona a dinâmica das redes, a apresentação nos dá pistas boas para entender o que funciona e o que é apenas "achismo". Enfim, se você tem informações deste tipo, por favor, compartilhe!
Foi justamente isso que me atraiu para esta apresentação feita por Dan Zarrela da Hubspot. Cheia de dados de como realmente funciona a dinâmica das redes, a apresentação nos dá pistas boas para entender o que funciona e o que é apenas "achismo". Enfim, se você tem informações deste tipo, por favor, compartilhe!
The Science of Social Media
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
Palestra sobre Marketing em Redes Sociais
Semana passada dei duas palestras na ESPM sobre marketing em redes sociais. A participação de todos foi excelente e me diverti bastante. A linha que procurei passar foi principalmente focada no pragmatismo, que tudo pode ser medido e deve ser planejado tendo em vista o contexto de negócios.
ESPM - Marketing em Redes Sociais
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A revolução do Ipad
A Apple já é a terceira maior fabricante de computadores do mundo, graças ao Ipad, que faz um ano de idade. Confiram a trajetória deste fenômeno de vendas:
Fonte: Business Insider / Onswipe
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
O mar está para peixe – O fenômeno das compras coletivas
Quem recusaria uma oferta de U$ 6 Bi? Se você respondeu Groupon, a maior empresa de compras coletivas do mundo acertou. A oferta foi feita pelo Google, buscando entrar neste filão, que tomou conta do mundo. A Groupon rejeitou imediatamente a oferta, certamente pensando no potencial de crescimento do negócio e possivelmente em uma oferta pública de ações em 2011. No Brasil, já contamos com centenas (isso mesmo!) de sites atuando neste modelo de negócio.
Estes sites combinam dois fatores potencialmente explosivos: descontos agressivos e propagação social. Estão alinhados à tendência do e-Commerce Social, onde cada vez mais a decisão de compra vai ser influenciada pela rede de contatos onde determinado consumidor está inserido. Os sites de compra coletiva nos EUA só perdem para os sites de busca em matéria de influência no processo de compra online. O internauta americano está sendo influenciado de maneira tão forte que 12% deles não faz nenhuma compra online antes de pesquisar a mesma oferta em sites de compra coletiva.
Várias vezes me perguntam se estes sites vão durar e se é um modelo viável para promover o seu negócio. Antes de tudo, se você está pensando em criar um site desses e ficar milionário, pense novamente. É um negócio com baixo risco, mas também com baixas barreiras de entrada. Um site de compras coletivas pode ser montado em uma tarde. A menos que você se diferencie, enfrentará concorrência pesada. Neste caso, os pioneiros vão colher os resultados, provavelmente adquirindo negócios menores e investindo muito em comunicação.
Se você é um empresário ou gestor de marketing pensando em utilizar este recurso para aumentar as vendas ou número de clientes, esta pode ser uma oportunidade interessante. Os sites de compras coletivas podem ser usados, por exemplo, para trabalhar períodos com baixa demanda. Neste caso, compensamos a perda de lucratividade pelo volume de negócios. Outro modelo bastante usado é atrair fluxo para o ponto de venda ou provocar a experimentação do seu produto ou serviço por novos consumidores. Se você for hábil em sua estratégia de retenção, pode transformar estes clientes que vieram atrás de uma oferta em clientes fiéis.
Um dos perigos da utilização deste tipo de estratégia é a percepção do consumidor em relação a sua marca. Usar constantemente os sites, emendando uma oferta na outra pode ser prejudicial, à medida que o cliente já percebe o desconto como parte do preço do produto. Produtos de luxo também devem tomar precauções, pois a percepção de exclusividade pode ser prejudicada.
O mais interessante deste fenômeno, no meu ponto de vista, é a mudança de comportamento. A Internet sempre foi tida como o canal onde as compras são feitas da maneira mais racional possível, com o consumidor pesquisando em vários sites antes de fechar a compra. Os sites de compra coletiva vieram para mostrar que a compra por impulso também acontece online. E você? Já foi fisgado?
Estes sites combinam dois fatores potencialmente explosivos: descontos agressivos e propagação social. Estão alinhados à tendência do e-Commerce Social, onde cada vez mais a decisão de compra vai ser influenciada pela rede de contatos onde determinado consumidor está inserido. Os sites de compra coletiva nos EUA só perdem para os sites de busca em matéria de influência no processo de compra online. O internauta americano está sendo influenciado de maneira tão forte que 12% deles não faz nenhuma compra online antes de pesquisar a mesma oferta em sites de compra coletiva.
Várias vezes me perguntam se estes sites vão durar e se é um modelo viável para promover o seu negócio. Antes de tudo, se você está pensando em criar um site desses e ficar milionário, pense novamente. É um negócio com baixo risco, mas também com baixas barreiras de entrada. Um site de compras coletivas pode ser montado em uma tarde. A menos que você se diferencie, enfrentará concorrência pesada. Neste caso, os pioneiros vão colher os resultados, provavelmente adquirindo negócios menores e investindo muito em comunicação.
Se você é um empresário ou gestor de marketing pensando em utilizar este recurso para aumentar as vendas ou número de clientes, esta pode ser uma oportunidade interessante. Os sites de compras coletivas podem ser usados, por exemplo, para trabalhar períodos com baixa demanda. Neste caso, compensamos a perda de lucratividade pelo volume de negócios. Outro modelo bastante usado é atrair fluxo para o ponto de venda ou provocar a experimentação do seu produto ou serviço por novos consumidores. Se você for hábil em sua estratégia de retenção, pode transformar estes clientes que vieram atrás de uma oferta em clientes fiéis.
Um dos perigos da utilização deste tipo de estratégia é a percepção do consumidor em relação a sua marca. Usar constantemente os sites, emendando uma oferta na outra pode ser prejudicial, à medida que o cliente já percebe o desconto como parte do preço do produto. Produtos de luxo também devem tomar precauções, pois a percepção de exclusividade pode ser prejudicada.
O mais interessante deste fenômeno, no meu ponto de vista, é a mudança de comportamento. A Internet sempre foi tida como o canal onde as compras são feitas da maneira mais racional possível, com o consumidor pesquisando em vários sites antes de fechar a compra. Os sites de compra coletiva vieram para mostrar que a compra por impulso também acontece online. E você? Já foi fisgado?
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sábado, 30 de outubro de 2010
A Zappos e o serviço ao cliente
A Zappos ficou famosa pela excelência em serviço ao cliente, diferenciando-se no mercado americano de e-Commerce com práticas inovadoras e abordagem extremamente humana. Neste vídeo, o CEO da Zappos Tony Hsieh fala sobre alguns dos segredos da empresa:
Veja a entrevista completa.
- Colocar o número 0800 em destaque na página, indo na contramão do mercado, que vê o atendimento telefônico apenas como um custo e não uma oportunidade para diferenciação. A lógica da Zappos é: conseguimos a atenção do cliente por 10 minutos seguidos, o que é uma excelente oportunidade para trabalhar a marca.
- Não têm scripts de atendimento, não querem tirar o cliente da linha o mais rápido possível. O foco está em realmente superar as expectativas. Os atendentes devem usar o seu julgamento.
- Ao invés de tentar fazer upsell, a Zappos simplesmente tenta se conectar com o cliente, ao contrário dos outros call centers, que ficam empurrando novos produtos a todo momento;
Veja a entrevista completa.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Alguns insights para colocar sua startup de pé!
Este post é para aqueles que estão empreendendo ou pensando em empreender. A Internet trouxe oportunidades incríveis para os empreendedores, principalmente por reduzir a necessidade de investimento inicial necessária para começar. Muitas vezes montar o próprio negócio pode andar em paralelo ao trabalho em uma empresa tradicional. É claro que não é para qualquer um, mas para aqueles que têm o estômago e vontade de aprender muito, estamos vivendo um momento único na história. Com a perspectiva de crescimento do Brasil e mudança do comportamento de compra dos consumidores, existem milhares de idéias a serem exploradas. Vejam o fenômeno das compras em grupo, que varreu o país em poucos meses.
Recentemente li o livro Rework e gostei muito da simplicidade com que os autores abordam a criação de uma empresa e o desenvolvimento de uma idéia. Não concordo 100% com a abordagem, mas acho que é excelente para gerar insights e nos fazer questionar o que estamos fazendo hoje.
O paper abaixo conheci hoje e gostei muito da forma gráfica com que mostra os passos de criação de uma empresa. Claro que as cifras mudam muito quando falamos de Brasil, bem como as oportunidades de funding, mas o pensamento estruturado do paper vale a leitura.
Enfim, você já pensou em empreender?
Recentemente li o livro Rework e gostei muito da simplicidade com que os autores abordam a criação de uma empresa e o desenvolvimento de uma idéia. Não concordo 100% com a abordagem, mas acho que é excelente para gerar insights e nos fazer questionar o que estamos fazendo hoje.
O paper abaixo conheci hoje e gostei muito da forma gráfica com que mostra os passos de criação de uma empresa. Claro que as cifras mudam muito quando falamos de Brasil, bem como as oportunidades de funding, mas o pensamento estruturado do paper vale a leitura.
Enfim, você já pensou em empreender?
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
O estado do Youtube
Infográfico muito interessante sobre os números do Youtube. Só não me orgulho de estar entre os países que já proibiram seu uso alguma vez...
terça-feira, 19 de outubro de 2010
O futuro do livro segundo a IDEO
A IDEO é uma das principais empresas de design de produtos do mundo e sem dúvida uma das mais divertidas. Disponibilizaram na web uma idéia de como seria o futuro do livro. Em tempos de Ipad e Kindle, é óbvio que o design se inspirou nestas interfaces, mas achei os conceitos muito interessantes. Especialmente a combinação de colaboração (interação com os amigos), os dados resultantes de várias pessoas lendo aquele livro e novos formatos envolvendo forte interação com o leitor. O que você acha?
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